Músico , produtor , mixagens e masterizações Atualmente no cenário sertanejo universitário onde trabalha com a dupla David e deyr ( ver + na net e palco mp3) Procuro com sobriedade produzir música com qualidade e arranjos dentro do nível musical do grupo/banda/interprete/ seja o que for...com responsabilidade!! Guitarrista/violonista/compositor!!! Possuo letras também para diversos estilos... obrigado pela visita...seja bem vindo!!!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Bateria acústica X eletrônica




Áudio & MIDI: o Melhor dos Dois Mundos
Bateria acústica X eletrônica

Jr lobbo

Sempre vem à tona a polêmica que contrapõe instrumentos acústicos aos sons eletrônicos que os imitam. Nosso tema opõe o mais tradicional de todos às mais recentes conquistas da história da música: as percussões acústicas e eletrônicas. Será que vale a pena substituir peles e pratos por amostras digitalizadas? A programação de padrões rítmicos consegue substituir a execução do baterista? Quais os investimentos para gravar bateria no estúdio? Vamos analisar aqui os prós e contras dos dois sistemas e verificar a praticidade de uni-los, aproveitando o que cada um tem de melhor.

Para gravar uma bateria tomamos cuidados especiais. Não registramos um som, e sim o de vários instrumentos. Tambores e pratos, captados por microfones específicos, podem e devem ser armazenados em diferentes pistas. Temos assim mais recursos para a mixagem final destes com os demais sons do arranjo. Se for gravada em estéreo, em apenas duas pistas, a bateria não tem como ser equalizada na finalização do trabalho. Seus vários microfones, nos canais da mesa, podem ser endereçados para duas ou várias pistas do gravador.

Esses recursos são, contudo, os maiores investimentos do estúdio. Chegam a multiplicar os custos em várias vezes. A bateria, um instrumento caro, precisa de um kit de microfones especiais, cabos e pedestais, além de cerca de 8 pistas no gravador ou 8 entradas na interface de som do computador. A mesa de som e a cabine acústica completam os principais itens da lista, que ainda incluem compressores, gates e outros. Nada disso evita o vazamento dos sons pelos microfones. O resultado depende do talento de cada produtor.

É óbvio que a maioria dos home studios começa usando os recursos eletrônicos. Muitos deles obtêm ótimos resultados. Disseminado na música pop a partir dos anos 80, o uso do sampler, com loops seqüenciados e timbres originais ou muito bem copiados de instrumentos acústicos, é hoje predominante em vários gêneros musicais, do rap americano ao nosso pagode. E a bateria eletrônica nada mais é que um seqüenciador de amostras sampleadas. Em certos estilos de execução mais livre, como o jazz, a bateria programada é menos conveniente. Em outros, seu uso é a regra. Em muitos gêneros, uma boa e detalhista programação de timbres bem escolhidos pode convencer até profissionais mais experientes. Mal feita, ridiculariza uma produção.

Uma bateria eletrônica, no senso estrito, é um aparelho com um seqüenciador MIDI e botões ou pads que ativam sons digitalizados de percussões. Num sentido amplo, todos os instrumentos MIDI do estúdio que tenham sons percussivos são tocados pelo teclado (ou outro controlador) e programados num seqüenciador, de computador ou não. Podemos programar os ritmos na tela do computador, com muitos recursos, ou na própria bateria eletrônica. Em vez de gravarmos o áudio desses sons percussivos, poupamos as pistas de gravação sincronizando o seqüenciador ou a bateria eletrônica ao gravador multipista, fazendo com que atuem sempre juntos. Na mixagem, reunimos na mesa as pistas gravadas de vozes e instrumentos com o som direto dos instrumentos MIDI.

O baterista pode programar seus ritmos usando pads, espécie de “tambores” eletrônicos, e triggers, pequenos microfones de contato que convertem qualquer fonte de som em controladores MIDI. Com eles, pode lançar mão de sua técnica instrumental para programar seqüências com mais conforto, sem ter que se adaptar, por exemplo, a um teclado. O músico toca até mesmo em uma bateria de estudo trigada ao sistema MIDI.

Alguns estúdios chegam a combinar o uso simultâneo dos processos de gravação acústica e de seqüenciamento MIDI da bateria. Gravando os componentes que têm som mais rico em detalhes, como caixa e pratos, enquanto seqüenciam outros tambores “trigados”, aproveitam o melhor dos dois mundos com contenção de despesas.

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